5 passos para ver se um seguro educacional vale a pena

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Com o desemprego batendo na porta de muitas famílias, manter o pagamento de escolas particulares virou um desafio. O seguro educacional é uma modalidade que pode ser uma saída para essas famílias, ele cobre mensalidades em caso de morte, invalidez por doença ou acidente e perda de renda do responsável. O que é o seguro educacional e quais são suas características, confira abaixo.

O que é o seguro educacional

O grande diferencial dessa modalidade de seguro – em comparação ao de vida, por exemplo – é o pagamento de algumas mensalidades escolares em caso de desemprego do responsável financeiro do aluno.

A adesão pode ser feita de forma individual, mas a modalidade coletiva – oferecida por meio de uma parceria entre a seguradora e a instituição de ensino -, é a mais comum e barata. Segundo dados da SUSEP, os seguros individuais representam apenas 0,003% do total do mercado. As regras de cobertura variam bastante dependendo do acordo realizado, por isso, é fundamental entender o contrato que está sendo oferecido a você.

1) Quais coberturas estão disponíveis

Além do pagamento da mensalidade, é possível verificar outros serviços adicionais, como auxílio à matrícula, compra de material ou cobertura de acidentes pessoais no ambiente escolar. O primeiro passo, portanto, é avaliar tudo o que está sendo oferecido.

2) Quais são os requisitos para cada cobertura

Tão importante quanto conhecer as coberturas é entender os requisitos para que cada uma possa ser utilizada. “Em caso de desemprego, é comum que fiquem excluídas as demissões por justa causa ou por programa de demissão voluntária, por exemplo. Além disso, podem haver regras específicas para cada regime de contratação”, explica Gisele. Há, por exemplo, planos que não aceitam profissionais autônomas. Para as CLTs, é preciso verificar, por exemplo, há quanto tempo precisaria estar empregada na mesma empresa antes da data de demissão para solicitar a cobertura.

3) Qual é a carência para cada cobertura

Outro ponto importante é a carência para cada cobertura. Ou seja, quanto tempo depois da contratação você poderá se beneficiar de cada uma delas. Além disso, é importante observar quanto tempo precisará esperar para solicitar a mesma cobertura novamente – é comum que o pagamento de mensalidade em caso de desemprego só possa ser acionado uma vez ao ano.

4) Qual é o prazo para que a seguradora assuma as mensalidades

É comum que, depois de a pessoa perder o emprego, haja um prazo para que a seguradora comece a cobrir as mensalidades do dependente. Na Bradesco Seguros, por exemplo, esse prazo é de 30 dias a partir do recebimento da documentação comprobatória.

5) Quantas mensalidades serão cobertas

É fundamental também atentar-se ao número de mensalidades pagas no caso de perda de renda. Enquanto nos casos de morte e invalidez essa cobertura é mais ampla, quando há desemprego ela fica limitada ao acordado no contrato e não costuma passar de cinco meses. Nesse ponto, a especialista afirma que também é importante confirmar se há pagamento do valor integral de cada mensalidade.

fonte: finançaspessoais

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